Ele é pessoal!

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 Deus é o Ser Supremo. Ele é um Deus vivo, que fala, ama, sente e alcança o homem. Apesar de ser espírito (Jo 4:24), tem intelecto (1Co 2:10-11), vontade (Dn 4:35), emoções (Dt 4:21,24) e se comunica conosco (Pv 2:6). Um dos temas que permeiam as Escrituras é o seu desejo de um relacionamento pessoal com o homem e mulher que criou à sua imagem.
  Deus tem usado quase todo tipo de relacionamento de compromisso pessoal que conhecemos para revelar-se a nós: marido (Jr 31:32), pai (Gl 4:6-7), mãe (Is 49:15), irmão (Pv 18:24), amante (Ct), noivo (Ap 19:7-9), pastor (Sl 23), criador e designer (Sl 25:8-12),  rei (Sl 10:16), sustentador (Mt 6:25-33), protetor (Jr 20:11), professor (Sl 25:8-12), conselheiro (Is 9:6), amigo (Jo 15:14-15), médico (Mt 9:12-13), dono (Lc 16:13), servo (Mc 10:45) e comandante militar (Ef 6:11-18).
  A comunicação máxima de Deus conosco é Jesus (Jo 14:45). Apenas o Deus da Bíblia é o Deus vivo. Ele não foi feito por mãos humanas (Is 45:5-7), mas fez o mundo e tudo o que há nele (Ec 3:11). Sua grande glória é encontrada em sua criação com a qual se envolve pessoal e intimamente e da qual Cristo é a coroação.


Texto extraído dos Materiais de estudos da Bíblia da Mulher.


"Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio." (Salmos 100:3)
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Quando a Arrogância vence a Humildade!

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Sonhos frustrados, planos desfeitos. A carga emocional cresce e aumenta-se a desilusão porque aquilo que eu tinha, não tenho mais, aquilo que eu pensava, não penso mais e o que eu queria, não consigo. Ainda assim, continuamos construindo agendas, guardando dinheiro e reservando crenças e expectativas em tudo o que o ser humano constrói. Há erros nisso?
O fato de adaptar-se de maneira organizada em seu cotidiano, alimentar seus sonhos ou lutar para se conquistar algo, não há nada certamente errado em tudo isso e devemos construir nossas vidas, mas já devíamos ter percebido (se é que ainda não percebemos) que catástrofes acontecem, teorias fortemente aceitas são derrubadas, máquinas da última geração não atendem ao comando humano e quebram, sonhos não são alcançados e planos e projetos mudados. Dessa forma, cresce o número de revoltas, suicídios, desilusões, porque o ser humano, ah, ele quer respostas, ele quer direitos, ele quer realmente pensar apenas que tem a capacidade e o poder de fazer escolhas, pode-se deixar de lado o fato de que toda escolha possui conseqüências, ele apenas quer ter o poder de dominar não sua vida, mas todo o mundo e, escolher...o que ele quer, sem reflexões, de maneira egoísta, sem certo ou errado.
Assim, continuará criando perguntas, buscando respostas e alimentando frustrações, até quando a arrogância for imensamente maior que a humildade de aceitar que há algo além da humanidade que rege esse mundo e que "o homem pode fazer os seus planos, mas a resposta certa vem dos lábios do Senhor" Pv 16:16

Isso não é fraqueza, isso é  força da graça, da humildade e da fé.

Érica Meneses
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Completamente Apaixonada!

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Hoje minha mãe falou algo que não podia deixar de citar nesse texto: “Como Deus é bom, Ele se ‘contenta’ com tão pouco que a gente dá. Só basta sermos fiéis que o céu se abre ao nosso favor.”.

Essa frase não é apenas bonita, mas é uma grande verdade!
Voltemos para a criação, por que será que Deus não exterminou Adão e Eva e criou novos humanos, alguém que honrasse ser a imagem e semelhança dEle? Não andamos muito e vemos os dois filhos de Adão; por que Deus não deu fim à vida de Caim quando ele matou seu irmão, Abel? Mais adiante vemos a nação de Israel pecando contra o Deus vivo, idolatrando falsos deuses, contaminando-se com os manjares da Babilônia. O que o Senhor fez? Ele podia ter fulminado todos por sua santidade e justiça, mas não o fez. Por toda a Bíblia Deus escolhe homens e mulheres cheios de fraquezas e erros e diz: ‘vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa’ (Êxodo 19:6), e ainda: ‘Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz’.
A Palavra é marcada por homens falhos, mas que se diferenciam em um ponto, uns têm espírito quebrantado e um coração contrito, outros caminham cegos com a suas prórprias razões. Esse único ponto muda toda a narrativa da vida deles; Abraão, por exemplo, era um idólatra, mas foi levado ao arrependimento e ficou conhecido como amigo de Deus, pai da fé! Que maravilha! O outro lado pode ser ilustrado por Saul, homem que foi ungido por Deus como rei sobre Israel, mas que preferiu percorrer seus próprios caminhos e acabou se suicidando sem Deus.
Hoje acontece o mesmo, muitos como Saul começaram a carreira, mas nao combateram o bom combate nem guardaram a fé, e estão perdidos nos caminhos de morte. Mas outros estão firmados na rocha verdadeira e pedra angular, e estes são chamados de amigos de Deus!
O Senhor quer tão pouco de nós comparado ao que já recebemos, que verdadeiramente me constranjo diante do pouco que dou e do muito que recebo, por isso eu sou completamente apaixonada por Ele!  

Não tenhamos vergonha de dizer: Eu te amo, Jesus! Eu te amo!

(Ivana Almeida)
"Fecho os meus olhos
Abro meu coração e falo ao teu
Com meus gestos de adoração
As palavras quase perdem o valor
O teu santo e doce amor por mim
Constrange o meu amor por ti, Jesus
No teu amor não existe medo
Minh'alma segura deseja prosseguir
Fecho os meus olhos...
E uma nova melodia flui do fundo
Ela expressa o meu prazer por tua presença
E eu sei que ela é fruto do teu amor por mim
E a semente deste fruto é o meu amor por ti
Jesus, eu te amo! Jesus, eu te amo!
(Geração Santa)


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A Tua Graça me basta!

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 “Deus justifica (torna perfeito), e então santifica (torna santo). Deus faz o que não podemos fazer, e assim podemos ser o que nem ousamos sonhar: perfeitos diante de Deus. Ele simplesmente justifica o injusto.” (Max Lucado – Nas Garras da Graça).

Eu posso dizer que Deus marcou a minha vida.

Em cada passo da crucificação Jesus deixou um grande presente para a humanidade. O presente, para nós, começa a ser desembrulhado no jardim do Getsêmani, enquanto o Filho do Homem suava gotas de sangue e decidiu não pela sua dor, mas pela vontade de Deus. Passando pelo escárnio, pela coroa de espinhos e pelas chicotadas, o presente continua a ser aberto. A Via Crúcis é como ter achado um bilhete entre os laços e o papel de embrulho, dizendo:
“Estou tão feliz por vos entregar esse presente, vocês não sabem quanto tempo venho esperando por esse dia! Mas tenho que dizer que para dar essa dádiva, eu precisei fazer algumas escolhas, e quero poder compartilhá-las agora.
Eu sabia que estávamos muito distantes e a única forma de acabar com isso seria se eu vos desse esse presente. Mas para isso, eu precisei passar por uma grande dor: eu escolhi sofrer para fazer de vocês meus filhos amados, escolhi o mais doloroso porque não via a hora de compartilhar todos os momentos com vocês, ainda escolhi ser escarnecido pela minha própria criação para vê-los aqui comigo no céu. Recebam esse presente com muito amor. Jesus Cristo”.
Depois do bilhete, passando pelo Monte da Caveira, o Gólgota, chegamos ao presente: a morte e a ressurreição de Cristo. E ainda nele havia uma placa apenas com o nome: GRAÇA. Que caminhada, hein?
 Eu não mereço esse presente. Mas Jesus não me deu por merecimento ou por achar que eu poderia dar algo em troca - eu não posso. Ele me entregou, por amor e misericórdia. O que eu preciso fazer? Aceitar e reconhecer que não há nada que eu possa fazer para recompensá-lo.
A graça é tão irresistível que o apóstolo Paulo escreveu: E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. (2Corintios 12:9)

(Ivana Almeida)
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O Homem Elefante, uma breve história!

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Por vezes leio histórias que conflitam a perspectiva de que somos criados pelo meio em que vivemos. Teoria amplamente desenvolvida e aplicada como verdade no mundo acadêmico. Peço licença humildemente para transcrever a história de um homem que contra todas as expectativas escolheu o amor ensinando-nos o que é ser “igreja”.
O Homem Elefante foi de fato uma pessoa, chamada Jonh Merrik, que viveu na Inglaterra do século XIX e morreu em 1890, aos 27 anos de idade. Não conheço uma ilustração melhor de conflito de valores entre dois mundos, para não mencionar o mistério eterno de um ser humano.
Merrik foi provavelmente o ser humano mais disforme que já viveu. Um distúrbio conhecido como neurofibromatose desenvolveu-se progressivamente desde sua tenra infância, transformando-o em uma aberração humana. Foi abandonado pela mãe quando tinha quatro anos de idade e enviando para um reformatório. Aos 14 anos, um apresentador de espetáculos de circo o descobriu e decidiu ganhar dinheiro com sua estranha aparência. Espectadores pagavam alguns centavos para entrar em uma tenda e olhar uma pessoa tão desfigurada que, por determinado ângulo, lembrava um elefante com sua tromba protuberante e camadas de pele com aparência de couro.
Certo dia, Frederick Treves, cirurgião no London Hospital, atravessou uma rua em direção ao circo depois de sair do trabalho, reparou na tosca representação de um homem elefante na lona de uma tenda e pagou um xelim ao apresentador para deixá-lo entrar. Viu uma criatura encolhida perto de um bico de Bunsen procurando aquecer-se, iluminada pela fraca chama azul do bico de gás. A figura encurvada, enrolada num cobertor, parecia a encarnação da solidão e do desespero.
Como se tivesse dando ordens a um cachorro, o apresentador berrou: “Levante-se!”. A criatura ergueu-se e deixou o cobertor cair, revelando a Treves “o mais repulsivo espécime da humanidade que já vi”.
Treves prossegue descrevendo as deformidades do Homem Elefante em detalhes clínicos: Uma massa óssea que se projeta de sua testa; pele esponjosa com a superfície cheia de fissuras, que se assemelha a couves-flores penduradas em camadas sobre suas costas; uma cabeça enorme e desfigurada com o diâmetro da cintura de um homem; a boca, um orifício baboso e deformado; o nariz, um pedaço de pele pendurada; uma bolsa de carne semelhante a um papo de lagarto pendurado em seu peito. O braço direito crescera o dobro do normal, com seus dedos curtos e sem função. Abas de pele com a forma de raquete ficavam penduradas em uma axila; pernas deformadas que só o suportavam caso ele se apoiasse em uma cadeira. Um cheiro nauseante era exalado das protuberâncias de pele esponjosa.
Como sua repulsa foi superada pela curiosidade a respeito das condições clínicas do homem, o Dr. Treves providenciou exames para John Merrik, já com 21 anos, em seu hospital. Por causa das deformidades na boca, Merrik balbuciava palavras ininteligíveis, e Treves imaginou que fosse retardado. Após tirar fotos e fazer diversas anotações, continuou tentando comunicar-se, mas em vão. Deu-lhe seu cartão de visita e devolveu-o à guarda do apresentador. No dia seguinte, a polícia deu uma batida no circo, e Treves pensou que jamais retornaria a ver o Homem Elefante. Por mais dois anos, John Merrik viveu no ostracismo, tratado como animal de circo e usado para divertir curiosos que, com freqüência, davam gritos de terror. Quando as autoridades belgas fecharam de vez o circo itinerante, seu tutor se aproveitou da parte de Merrik na venda de ingressos e enviou-o de volta a Londres.
Durante a viagem, os passageiros o atormentavam, levantando a borda de sua capa para espiar o corpo grotesco. Na estação de trem de Londres, policiais o resgataram para uma sala de espera isolada. Jogou-se em um canto escuro, murmurando palavras indecifráveis que os policiais estavam longe de compreender. Ele tinha apenas um raio de esperança: o cartão de visita do dr. Frederick Treves, que vinha guardando em seu bolso por dois anos. Treves respondeu ao chamado da polícia, encontrou Merrik encolhido e choramingando em um  canto e levou-o para a área de isolamento do hospital. Ele não havia comido nada desde que deixara a Bélgica. Treves pediu uma bandeja na lanchonete do hospital, mas a enfermeira que a levou, despreparada para tal visão, deu um grito, deixou a bandeja cair e saiu correndo do quarto. O paciente, acostumado a tais reações, mal notou.
Com o tempo, a equipe do hospital se acostumou com seu morador incomum. Banhos diários eliminaram os odores. Com a prática, Treves aprendeu a compreender a fala de Merrick. Para sua surpresa, descobriu que, longe de ser um retardado, Merrick era alfabetizado; na verdade era um leitor voraz. Tinha estudado a Bíblia, o Livro de Oração Comum (da Igreja Anglicana) e conhecia Jane Austen e Shakeaspeare. Treves escreve:
Seus problemas o enobreciam. Mostrava-se uma criatura gentil, amorosa e cativante sem  ressentimentos e sem nenhuma palavra cruel para quem quer que fosse. Jamais o ouvi reclamar. Jamais o ouvi lamentar de ter sua vida arruinada ou se ressentir do tratamento que recebeu nas mãos de seus insensíveis tutores. Sua jornada de vida tinha realmente sido uma via dolorosa, sempre uma subida árdua. Agora, no momento mais sombrio da noite e no caminho mais íngreme, achava-se, por assim dizer, em uma agradável estalagem, iluminada e acochegante.
Certo dia Treves consegui convenceu uma jovem viúva que trabalhava como enfermeira no hospital a dirigir a palavra ao seu hóspede dando-lhe "bom dia". Após a saída da enfermeira Merrick curvou-se no canto da sala chorando copiosamente por aproximadamente uma hora. Passado este período Merrick agradeceu Treves dizendo que era a primeira vez que alguém lhe dirigira a palavra em muitos anos.
Quando Treves achou uma casa de hóspede disponível no campo, Merrick foi apresentado ao mundo natural, longe dos curiosos olhos humanos. Escutou o canto dos pássaros, espantou um coelho, fez amizade com um cachorro, observou as trutas saltando em um rio. Colheu flores silvestres e trouxe algumas amostras para Treves. A cada nova experiência de vida, ele reagia com o assombro de uma criança. “Sinto-me feliz a cada hora do dia”, repetia ele o tempo todo. Usando a mão esquerda, a única de funcionava, Merrick começou a construir modelos de prédios, colando com cuidado pedaços de papel colorido e cartolina. De seu quarto, de onde avistava a Igreja de St. Philip na esquina observava um novo prédio da igreja sendo erguido.
Usando as duas igrejas como modelo, trabalhou vários dias para criar a refinada maquete de uma catedral.  Denominava a nova igreja que surgia lá fora de “uma imitação da graça saltando cada vez mais para fora da lama”, chamando seu próprio modelo de “minha imitação de uma imitação”.
Depois de quatro anos de felicidade, a única felicidade que já conhecera, Merrick morreu enquanto dormia. Sua enorme cabeça caiu para trás em seu travesseiro e quebrou-lhe o pescoço, asfixiando-o. O hospital produziu moldes de gesso de seu corpo, a fim de registrar sua rara doença. Algumas peças ainda podem ser vistas no museu do London Hospital, juntamente com a maquete da catedral: “uma imitação da graça saltando cada vez mais para fora da lama”. Tal qual a vida de John Merrick.
Para aqueles que consideram o mundo visível como tudo o que existe, a questão reside em decidir se deveriam ter permitido que o Homem Elefante vivesse. Na filosofia Nietzchista, limitada a apenas um mundo, o Homem Elefante não tinha direito à existência, nenhum valor intrínseco, nenhuma “alma” que valesse a pena preservar. Por que valorizar uma evidente aberração da natureza? Melhor seria eliminar tal defeito da reserva genética.
O belo sempre desfrutou de recompensas além do alcance do feio, o forte sempre dominou o fraco, um pequeno número de abastados sempre viveu às custas dos pobres. Contra essa realidade, o Reino de Deus ergue uma bandeira de oposição divina. Jesus foi o primeiro líder mundial a inaugurar um reino com uma função heróica para os derrotados. Como disse Charles Supurgeon, pregador inglês e contemporâneo de John Merrick: “Sua glória foi ter posto de lado a própria glória. A glória da igreja é quando ela põe de lado sua respeitabilidade e dignidade e considera como sua glória, ajuntar os excluídos”.

Extraido da obra Rumores de outro mundo de Philip Yancey.
 
(crentassos.blogspot.com)
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Ele é santo!

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Deus é um entre muitos; Ele é o primeiro e o único (Is 40:25). A palavra "santo" (hebraico: qadosh) significa "ímpar", "separado", "diferente dos demais".
  A santidade de Deus é um poderoso estudo de contrastes. A tripla repetição dos serafins, "santo, santo, santo", expressa um grau superlativo. Isso não só separa, enfaticamente, Deus do pecado como, também, enfatiza sua justiça em contraste com nossa iniquidade.
  Santidade não é o que Deus faz, mas quem Ele é. O Senhor jura tanto por sua santidade (Am. 4:2) como por si mesmo (Am. 6:8) - eles são o mesmo. Todos os atributos de Deus fluem de sua santidade. Por essa razão, ele é incapaz de um mínimo sinal de impureza, iniquidade, falsidade, injustiça ou uso questionável de poder (Gn 18:25).
  Duas reações constantes brotam daqueles que vislumbram a santidade de Deus: eles têm sede de mais (Salmos 42:1-2) e reconhecem, sem a menor sombra de dúvida, que Ele é Deus, não eles (Sl 100:3).


Texto extraído dos Materiais de estudos da Bíblia da Mulher.



"E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está cheia de sua glória." (Isaías 6:3)
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Tesouro do outro mundo

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A certeza, de que o nosso maior tesouro não está neste mundo, nos instiga a vivermos de uma forma diferente.
E como seria essa diferença? A explicação dessa diferença foi deixada por Deus em sua palavra. O fato de guardamos a nossa mente é algo deixado como instrução de Deus para todos nós. Além de nos instruir, Deus ainda promete nos ajudar: Filipenses 4:7-8 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. Se a nossa mente estiver cheia dessas virtudes, sem dúvida, nossas ações refletirão em bons atos. Seria muito bom se todos nós soubéssemos viver dessa forma, se todos nós lembrássemos, continuamente, que a nossa vida não se limita a isto aqui, que existem dois caminhos e que um deles guarda algo muito valioso para aqueles que confessam a fé divina. Experimente pensar dessa forma. O maior tesouro da vida cristã é aguardar a vida eterna ao lado de Deus.

"Temos que nos recordar continuamente das coisas em que acreditamos." (C. S. Lewis)


(Bruna Meneses) - Comentário sobre a pregação do Pr. Daniel Soares

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Todo bem procede de Deus

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“Tua esposa dentro de tua casa, será como videira frutífera; teus filhos como rebentos de oliveira, à roda de tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme o Senhor!”
(Salmos 128: 3-4)







Essa é uma linda promessa do Senhor. Que homem cheio do Espírito Santo não sonha com uma esposa que tenha virtudes para fazer de sua casa um verdadeiro lar? “Tua esposa dentro de tua casa, será como videira frutífera.” Interessante esse versículo, porque não diz que a esposa será frutífera em determinadas épocas como as árvores que só dão fruto nas estações certas. O salmista não especifica tempo para a mulher ser bem-sucedida dentro de seu lar, ele diz: será como videira frutífera, ou seja, sempre dará fruto. Isso não é apenas interesse do homem que busca um casamento santo, em especial, é interesse das próprias mulheres. Nós, servas de Deus, devemos buscar qualidades de mulher virtuosa, primeiro porque assim Deus nos chamou para ser, segundo, para que possamos “atrair” verdadeiros homens de Deus e terceiro, porque devemos constituir uma casa harmoniosa e feliz.
Andei refletindo na outra parte do versículo em que fala dos filhos. Sempre achei que a maior realização que uma mulher pode sentir, enquanto estiver nesse mundo, é dar a luz a um filho. Esse fato vai muito além do natural e do ato humano, gerar um filho é incrivelmente sobrenatural. Imagine você, mulher, que pode ter a felicidade de ter dentro de si um bebê sendo formado com suas mãozinhas pequenas, seus olhinhos, e todo seu pequeno corpo se desenvolvendo. E você, homem, já imaginou a felicidade de ter um filho com seus traços físicos, aprendendo a te chamar de “papai” e precisando de sua atenção e proteção? Já imaginou ser o super-herói de alguém? Essa é uma felicidade que Deus, como Pai, quis que também sentíssemos, e é por isso que Sua promessa é nos dar “filhos como rebento de oliveira, à roda de tua mesa”. Que satisfação poder ter uma família reunida, pais e filhos compartilhando momentos importantes uns com os outros!
“Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor!” Eu creio que por mais difícil que possa parecer ter uma família estruturada, com Deus no controle, tudo sairá bem. As mulheres, mães e esposas - e por que não trabalhadoras? - encontrarão virtude, ensinadas pelo Espírito Santo, e prosperarão em todas as coisas. Os homens, pais, maridos, mantenedores da casa e sacerdote do lar, serão guiados pelas mãos do Senhor para ser benção para sua família e em todos os seus negócios. Os filhos e filhas serão instruídos por Deus e serão orgulhos para seus pais. Quando Deus está no controle de nossas vidas, colheremos os frutos de um bom casamento, de uma família feliz e de todas as outras áreas.


(Ivana Almeida)
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