Caminhada

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Quantas vezes, no decorrer do nosso percurso até Cristo, nós sentimos que essa caminhada é difícil? São aflições, batalhas espirituais, tribulações... Nós sabemos que a porta é estreita, mas muitas vezes esquecemos que o caminho para chegar lá também é estreito: Santificação, renúncias, escolhas, purificação! Jesus espera por uma noiva sem manchas, sem máculas!
Nós devemos estar dispostos a andar pelo caminho “apertado”, mesmo que doa, porque a própria Palavra do Senhor nos consola dizendo:

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Sl 30:5)
“Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.” (Sl 91:11)
“Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente.” (Is 40:11)
“Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Is 43:2)
“Então, clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás por socorro, e ele dirá: Eis-me aqui.” (Is 58:9)
“E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.” (Ap 7:17)
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11:28)

O mesmo Jesus que diz “Arrependam-se! Arrependam-se!”, também diz: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:1-3)

Em todo o tempo Jesus está ao nosso lado!

(Ivana Almeida)
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Resoluções

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"RESOLVI, a partir deste momento e até à minha morte, jamais
agir como se a minha vida me pertencesse, mas como sendo total e
inteiramente de Deus.
RESOLVI jamais relaxar ou desistir, de qualquer maneira, na minha
luta contra as minhas próprias fraquezas e corrupções, mesmo quando
eu não veja sucesso nas minhas tentativas.
RESOLVI sempre refletir e me perguntar
depois da adversidade e das aflições, no que fui aperfeiçoado
ou melhorado através das dificuldades; que benefícios me vieram
através delas e o que poderia ter acontecido comigo,
caso tivesse agido de outra maneira. "



(Jonathan Edwards)
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A Santificação não é opcional

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Hoje eu trouxe um texto que me marcou muito esses dias. Pelo título dá para imaginar o porquê, não é mesmo? Deus quer uma noiva preparada e santificada! Amém!

(Ivana Almeida)

O perdoar-nos e libertar-nos da condenação e do inferno nunca constituem um fim em si mesmo e nunca devem ser considerados como tal. São apenas meios para um fim posterior. Não podemos deter-nos no perdão e na justificação. Vamos examinar mais de perto a doutrina da santificação. O primeiro princípio é que nada é tão antibíblico como separar justificação e santificação.
Muitos porém, o fazem. Dizem para os ouvintes: “Você pode crer no Senhor Jesus como seu salvador e seus pecados serão perdoados e você será justificado. E poderá parar aí.”. Completam: “Naturalmente, você deve dar o segundo passo. Contudo, existem muitos cristãos que param. Certamente, são cristãos, porém, não se ocupam da santificação.” E, então, eles os exortam a “aceitar” a santificação, como anteriormente “aceitaram” a justificação.
            Tal ensino é uma completa negação daquilo que o apóstolo Paulo diz em Efésios.
            A morte de Cristo não visa meramente dar-nos perdão, justificar-nos e tornar-nos legalmente justos aos olhos de Deus. É somente uma primeira ação de uma série. Não é uma ação final, em nenhum sentido.
            O apóstolo não ensina esta verdade somente aos efésios. Ele ensina a todas as igrejas. Vocês a encontrarão na Epístola aos Romanos 8:3-4. Também em Tito 2:14: “Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.”.
            É por isso que Ele se entregou por nós: não meramente para que pudéssemos ser perdoados nem meramente salvar-nos do inferno, mas para purificar e salvar para Si este povo.
            O Senhor disse na sua oração sacerdotal: E por eles me santifico a mim mesmo, para que também sejam santificados na verdade. (João 17:19). Ele se entregou pela Igreja, para poder santificá-la e purificá-la.
 Todo problema surge do fato de que alguns persistem em considerar a santificação como uma coisa que compete a nós realizar. O ensino das Escrituras é o seguinte: Cristo pôs seu coração e seu afeto na Igreja. Lá estava ela, sob condenação, em seu pecado, em trapos e em sua baixeza! Ele veio, tomou os pecados dela sobre Si e os suportou em Seu próprio corpo no madeiro. Sofreu o castigo, morreu, fez a expiação e nos reconciliou com Deus. Assim, a Igreja está livre da condenação.
Mas isso não O satisfaz. O Senhor quer apresentá-la “Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante.” (Ef. 5:27). Portanto, começa imediatamente a prepará-la para esse destino. Não pode parar no primeiro passo. Vai adiante para santificá-la. Noutras palavras, Sua morte na cruz por nós e por nossos pecados foi simplesmente o primeiro passo nesse grande processo. E Ele não se detém no primeiro passo. Tem um propósito completo para a Igreja e vai cumprindo-o passo a passo.
(...)
            Em Êxodo, o monte no qual Deus se encontrou com Moisés e lhe deu os 10 Mandamentos é chamado santo, porque foi separado. Não houve alteração na montanha, mas foi separada para os propósitos de Deus. Os vasos que eram usados no cerimonial do templo eram igualmente santificados. Não houve mudança material nos copos e nos pratos. Todavia, como deviam ser utilizados somente para o serviço de Deus, não podiam ser empregados no uso comum.
            Ser santificado significa ser separado para Deus e para o Seu uso e propósito especial, como Sua possessão peculiar. Portanto somos um “povo para Sua possessão pessoal”.

(Martyn Lloyd-Jones - MCM)

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Experiência divina.

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Este vídeo trata da experiência de um pai com seu filho, e compara isso ao nosso relacionamento com Deus. Da mesma forma que um pai cuida de seu filho Deus promete cuidar de cada um de nós.

 


"Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador... Não temas, pois, sou contigo." (Isaías 43: 2, 3a e 5)



(Bruna Meneses)
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Amor Verdadeiro

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Por mais que eu tente, ou compare com o maior sentimento que existe em mim, nada é suficiente para explicar o amor que Deus sente por nós.
Obrigada, Senhor!


 
(Ivana Almeida)
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Todo tempo é determinado por Deus.

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"Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." (Eclesiastes 3: 1-8)

    Acredito que o tipo de pessoa mais inconveniente que existe é aquele que não tem limite em suas ações. São pessoas desagradáveis que não veem necessidade em determinar o tempo de suas atitudes. Algumas vezes, precisaremos sorrir, outras, necessariamente, teremos que ficar tristes. Quando Deus afirma através do livro de Eclesiastes que há tempo para tudo, é justamente para nos ensinar a agirmos de forma equilibrada diante de cada situação e, dessa forma, nos tornarmos pessoas melhores.

    Recentemente, conversando com um amigo, ele disse algo que me fez lembrar do trecho de Eclesiastes. Ele disse mais ou menos assim: “Eu estou triste, agora é o momento de estar triste. Não adianta forçar uma felicidade. Eu preciso “curtir” minha tristeza.” Ao analisar essas palavras, compreendi o quanto é importante não pularmos as etapas das nossas vidas. Sim, quando não nos adaptamos adequadamente às situações, estamos pulando etapas, e isso, sem dúvidas, prejudica o nosso entendimento em relação aos planos de Deus. Isso não significa que devemos nos afundar na tristeza, não é isso. Mas se a situação nos instiga a estarmos tristes é porque, certamente, essa tristeza era necessária. Devemos tentar compreender nossas emoções, saber analisar a razão daquilo a qual fomos submetidos.
     Todas as circunstâncias de nossas vidas, sem exceção de uma, acontecem acompanhadas por grandes lições. Por piores que possam aparentar, os seus propósitos serão desvendados. Então, que possamos viver cada coisa em seu tempo; sejam eles alegres ou tristes, de guerra ou de paz...


“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam  a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Romanos 8:28)




http://letras.terra.com.br/kleber-lucas/201573/




(Bruna Meneses)








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A Pregação e o Direito Penal

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Hoje tive uma aula interessante sobre Direito Penal, e logo associei a uma pregação que ouvi sábado do pastor Gabriel. O que tem Direito Penal a ver com Deus, ou com a pregação? Bem, vou começar falando do que ouvi sábado...

O texto base da mensagem foi 1Pedro 5:7-8:
Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;”.
Dando ênfase na primeira parte, o tema comentado foi a ansiedade: onde ela é gerada, o que ela causa, a razão do apóstolo Pedro ter dito para lançarmos, e em quem devemos lançar?
As respostas foram sendo dadas: a ansiedade é gerada dentro dos nossso pensamentos, nela une e gera vários outros sentimentos, como preocupação e insegurança. Consequentemente desperta dentro de nós a dúvida se “aquilo” que está nos deixando ansiosos verdadeiramente está nas mãos certas; “e se não estiver? E se der errado? Talvez seja melhor eu mesma achar uma solução! Isso não deve ser errado, já que Deus tem tantas coisas mais importantes para se preocupar, não é?”
Não, não é! Quando achamos que podemos resolver nossos problemas sozinhos, ou que Deus pode não trazer uma solução, ou mesmo quando achamos que nossas batalhas devem ser lutadas e solucionadas por Ele dentro nosso prazo, esses pensamentos nos fazem pecar. Sim, pecamos porque colocamos em questão o poder de Deus, o seu caráter divino, e nos tornando independentes da Sua vontade. Aliás, o que é impossível para Deus? “Porque para Deus nada é impossível.” (Lc. 1:37)
Agora ficou claro em quem devemos lançar nossas ansiedades: em Jesus! Porque ele tem cuidado de nós!
A pregação foi encerrada colocando em pauta os nossos pensamentos, na importância de vigiá-los. Um pensamento gera um sentimento, e consequentemente gera uma atitude. Esse pensamento não vigiado pode trazer um sentimento errado, levando a uma ação pecaminosa.

Voltando para minha aula de Penal, o professor, comentando sobre o que leva uma pessoa, com suas faculdades mentais perfeitas, a cometer um crime, falou uma célebre frase: “O que você pensa e quer não é crime, mas o transformá-lo em ação, sim.” Ou seja, o indivíduo não é preso por pensar e querer matar alguém, mas o ato de matar é crime. Analisando essa frase: só existiu o ato de matar, porque antes foi gerado um sentimento (querer) e um pensamento (pensar) de matar.
E ele ainda foi mais além, disse: “O Direito Penal tem que atingir o núcleo do fato: o pensar e o querer cometer o crime”.

Não é fantástica a forma como Deus revela tudo isso na sua Palavra? E não precisou esperar para que o homem criasse o Direito Penal para que nos dissesse que deveríamos cuidar dos nossos pensamentos.

Tudo isso veio muito forte essa semana para mim. Na sexta-feira quando fazia o devocional com meu namorado, o livro de Provérbios foi bem claro:
“Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos.” (Pv. 4:23 – Linguagem de Hoje)

Que saibamos cuidar do alimento que dirige nossas atitudes, em nome de Jesus!

(Ivana Almeida)

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"Apenas" isso TUDO!

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 " Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. 
Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. 
Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus pai. " (Filipenses 2: 4-11)
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Novos Avanços

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BRASÍLIA – Em 2011, 2 milhões de brasileiros poderão substituir a cédula do Registro Geral (RG) pelo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC).

Com a chegada do RIC, cada cidadão passa a ser reconhecido nacionalmente por um único número, vinculado diretamente às suas impressões digitais e registrado em um chip presente no cartão. O novo documento foi lançado hoje (30), em Brasília, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.

Segundo Barreto, a nova identidade é um dos mais modernos documentos de identificação do mundo. “Com o RIC, o Brasil ingressa no século 21. A identidade atual completou 27 anos sem muitas mudanças.
O novo RIC é mais moderno, traz tecnologia de ponta, é mais seguro e mais prático. No futuro, esse documento também integrará o CPF, o título de eleitor e muitos outros documentos. Além disso, há possibilidade de fazer transições bancárias com o novo cartão.”
A nova identidade é um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico, incluirá nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, órgão emissor, local e data de expedição e de validade.

De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowsky, o novo documento de identificação é a prova de fraudes e evita que uma mesma pessoa seja identificada por mais de um número de registro em diferentes estados da Federação ou que o cidadão seja confundido com uma pessoa de mesmo nome.

(Valor Online)


Não podemos deixar de admitir que o RIC tem suas vantagens de funcionalidade, e ainda mais quando falamos no desenvolvimento e o processo continuo de globalização que o mundo vive. Sua praticidade em juntar informações em um único cartão é inegável.
Mas há algo que não podemos esquecer e que sempre devemos levar em conta: tudo que vemos e vivemos no mundo real, sofre uma influencia do mundo sobrenatural – espiritual. Não é diferente nesse caso.
Logo quando li essa reportagem, fui imediatamente levada ao livro de Apocalipse, quando fala de uma época em que as pessoas serão controladas a ponto de que, se não adorarem a besta, não poderão comparar e vender.
“E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”
(Ap 13: 13-14, 16-17)

Não estou dizendo que o RIC constitui a marca da besta, mas o que estou trazendo hoje é um alerta para os avanços tecnológicos que estamos vivendo, semelhante ao que vai acontecer na descrição do apóstolo João na visão dos finais dos tempos. Pessoalmente falando, acho que tal marca será introduzida muito sutilmente, em que grande parte das pessoas não vai notar o que está acontecendo.

Em em meio a tudo isso, fico muito feliz em dizer que o Deus de paz nos manda um inesquecível recado:

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap. 3:20)

Que sejamos selados com o Espírito Santo de Deus, e que possamos adorar ao único que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.

(Ivana Almeida)
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Sentindo sua presença.

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"Prosseguiu Jó no seu discurso e disse: Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava!"   (Jó 29:1 e 2)

"Depois disto, o Senhor, do meio de um redemoinho, respondeu a Jó:
Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento?
Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo, se tens entendimento."
(Jó 38: 1,  2 e 4)

"Então, respondeu Jó ao Senhor: Bem sei que tudo podes e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora meus olhos te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza." (Jó 42: 1-6)


    Como Deus pode nos amar se Ele permite que coisas ruins aconteçam conosco?
    A experiência da presença de Deus nos leva a agir com base na nossa fé. Jó teve sua vida transformada ao experimentar a presença de Deus. Jó foi um homem justo e rico, e acreditava que as bênçãos que possuia eram frutos da sua bondade. Ele passou por momentos difíceis em sua vida, perdeu a família, os bens e a saúde. Tomado de dor, ele apenas tinha forças para clamar a Deus. O problema é que seu clamor foi marcado por questionamentos. Ele não aceitava o fato de um homem "bom" ser submetido a esse tipo de tribulação. Mas, da mesma forma que nós seres humanos esperamos o tempo certo para agir em determinada situação, Deus também analisa o momento exato para atender nosso clamor. Não há dúvidas de que Deus tem uma noção de tempo perfeita, mas, por sermos imediatistas, só compreendemos isso quando os propósitos divinos são revelados.  Jó se sentiu abandonado por Deus, porém, pacientemente, continuou a orar pedindo respostas. Deus não respondeu a Jó, apenas lembrou a ele seus feitos, sua soberania e, dessa forma, Jó compreendeu que a grandeza e sabedoria de Deus estavam além da compreensão humana. Por sermos limitados, não temos como compreender um ser ilimitado. O fato de seguirmos a Deus, não nos garante que o entenderemos em sua totalidade. Ao termos fé, somos desafiados a permanecermos fiéis independente das circunstâncias, pois, só o fato de sentirmos a presença divina, já é algo de grande valor.


" Algo penetrou na minha alma...um sentimento da glória do ser divino; uma nova sensação,
diferente de tudo que eu tinha experimentado anteriormente." Jonathan Edwards (1703-1758)


(Bruna Meneses)



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A Mensagem

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“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação...”
(2Coríntios 4:16-17)

           
            Deus preparou tudo desde o início para a vinda de Jesus. O alto se encheu de alegria quando o Filho do Homem nasceu, marcando o céu com uma estrela no Oriente que direcionou os magos para adorá-lo (Mt. 2:2). Um anjo do Senhor desceu até uns pastores dizendo trazer boa-nova de grande alegria (Lc 8-10).
            Jesus veio ao mundo para trazer uma mensagem doce para nós, um plano que foi traçado desde a eternidade para nos dar vida em abundância. Essa mensagem que Deus tem protegido de geração em geração para alcançar povos de todas as épocas, tem sido motivo de prisões, açoites, e perseguições ainda nos dias de hoje.
            Pessoas em determinados países que encontraram na Palavra de Deus mais que uma literatura, que encontraram vida, razão e consolo para seguir em frente, são “barradas” pelo governo de seus países por professar sua fé, ou mesmo por ser ela uma crença diferente das que eles acreditam que seja a verdadeira. Essas pessoas estão espalhadas por boa parte do mundo, vivendo um dia após o outro confiando o amanhã nas mãos do Senhor, e arriscando suas vidas para levar o amor de Jesus para outros.
            Mas por que colocar a própria vida em risco para viver uma outra fé? Ou mesmo, por que se “aventurar no perigo” de ser preso falando de Deus para mais pessoas?  Por quê? É simples: o Evangelho de Jesus Cristo é irresistível! Uma vez que você se entrega aos Seus cuidados, nunca mais sua vida será a mesma; nunca mais a minha vida foi a mesma.
            Hoje nós moramos em um país que existe a liberdade religiosa. Nós podemos pregar para qualquer pessoa e continuar livres para voltar para casa. A pergunta é, por que não fazemos isso? Nesse momento há homens, mulheres e até crianças participando de cultos em lugares escondidos, entregando Bíblias disfarçadamente; nesse momento há pessoas chorando e clamando a Deus para poder protegê-las por mais um dia para que mais vidas sejam alcançadas nas próximas vinte quatro horas.
            O que temos feito para tirar pessoas do álcool, das drogas, da prostituição, do sofrimento, das dores? Por que estamos esperado tanto?
            Acho interessante o trecho dessa música do grupo Clamor pelas Nações: “Jesus ressuscitou dos mortos, levante-se da sua cama”.
            Que possamos dar um pouco do muito que já nos foi dado, para honra e glória do nome de Jesus!


“Deus tem uma mensagem para você. Uma mensagem de amor e de esperança, uma mensagem que atravessou os séculos, que atravessou a história. Uma mensagem que sobreviveu às perseguições, sobreviveu em meio ao martírio de homens e mulheres que deram as suas vidas por amor ao Deus desta mensagem. Uma mensagem tão poderosa e convincente que mudou o curso da humanidade, mudou o coração de homens e mulheres perdidos, transformou circunstâncias, transformou nações. Uma mensagem tão poderosa e carregada de autoridade divina que tem poder para mudar a sua história, que tem poder para mudar o seu coração, e que tem poder de mudar a sua eternidade...”

A mensagem – Livres para te adorar


(Ivana Almeida)
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" O Sorriso escondido de Deus. "

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“ Deus se move de forma misteriosa
Para realizar suas maravilhas;
Ele imprime suas pegadas no mar,
E cavalga sobre a tempestade.

Fundo, em minas imensuráveis
De habilidade que nunca falha,
Ele entesoura seus desígnios brilhantes
E opera sua vontade soberana.

Vós, santos medrosos, renovai a coragem!
As nuvens que tanto temeis,
São grandes  em misericórdia, e irromperão
Em bênçãos sobre vossas cabeças.

Não julgue o Senhor com débil entendimento,
Mas confie nele para sua graça.
Por trás de uma providência carrancuda,
Ele oculta uma face sorridente.

Seus propósitos amadurecerão rapidamente,
Desvendando-se a cada hora;
O botão pode ter um gosto amargo,
Mas a flor será doce. “

(William Cowper)

             
              William Cowper - poeta do século dezoito - nasceu em 1731 e morreu em 1800. Viveu durante a Revolução Americana e a Revolução Francesa. Seguiu carreira no Direito apenas para satisfazer a vontade do pai.  Sua vida foi marcada por perdas e questionamentos.  Sua mãe morreu quando ele tinha 6 anos de idade. Ele não mantinha um bom relacionamento com o pai e não teve seu casamento concretizado.
Talvez, essas enumerações justifiquem o alto grau de depressão a qual Cowper era submetido. Assim descreveu sua primeira angústia:  “ Eu fui golpeado com um tal abatimento de espírito, que somente aqueles que o experimentaram, podem ter a menor idéia do que significa. Dia e noite eu estava extremamente angustiado, deitando-me aterrorizado e levantando-me em desespero. Perdi de vez o gosto pelos estudos, aos quais eu era antes tão apegado; os clássicos não tinham mais qualquer encantamento para mim; eu precisava de algo mais salutar do que divertimento, mas não tinha ninguém que pudesse me guiar onde achá-lo. “
           Não é fácil compreendermos os propósitos divinos quando nossa alma está angustiada. Mas a ajuda para Cowper escapar de tal tristeza, foi o poema de George Herbert (1593-1633). A interpretação do poema ilustra a forma singular de como Deus retira o descanso de nossas almas para que o desassossego nos lance em seu peito.

 “ Tendo um copo de bênçãos ao lado;  “Vamos”, ele disse, “derramar nele tudo o que pudermos;
Que as riquezas do mundo, que jazem dispersas, se contraiam numa única medida.”
Assim, a força, primeiramente, abriu caminho;
Então, a beleza a seguiu; e aí, sabedoria, honra, prazer;
Quando quase tudo estava fora, Deus parou, percebendo
Que, de todos os seus tesouros, somente o descanso estava no fundo.
“Se eu”, disse ele, “Conceder também esta jóia à minha criatura,
Ela vai adorar meu presentes em vez de me adorar,
E descansar na Natureza, e não no Deus da natureza:
E assim, ambos sairemos perdendo.”
“Mesmo assim, que ele receba o descanso,
Mas mantenha-o com impaciência descontente;
Que ele seja rico e fatigado, para que, no mínimo,
se ele não for guiado pela bondade, a fadiga o lance ao meu peito. “


            Ultimamente,  tenho me deleitado na leitura de John Piper, especificamente  no livro O sorriso escondido de Deus. Ele trata dos frutos das aflições de homens como William Cowper, que mesmo diante de tanto pesar, conseguiram vislumbrar o sorriso divino. Uma das maiores dádivas do cristianismo é a certeza de que temos um refúgio. Um cristão, apesar das adversidades da vida, não entende em sua totalidade o que é solidão. A fé nos induz a buscarmos uma esperança “divinificada” na figura de Deus. Quando nos submetemos a esta esperança, instantaneamente, obtemos paz, incomparável paz. Nos assegurarmos disso, faz com que tenhamos uma vida diferente, pois, depositamos fé e esperança em um ser ilimitado, soberano, eterno, que vê além do olhar humano, que tem nossos dias escritos e determinados... Assegure-se dessa paz, busque a Deus.

(Bruna Meneses)





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