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Um homem chamado Jesus Cristo
"Jesus jamais será domesticado. Mas as pessoas ainda tentam domesticá-lo. Escolhemos uma de suas características que seja capaz de mostrar que Ele está do nosso lado. Todo mundo sabe que é muito bom ter a companhia de Jesus, mas não a companhia do Jesus original, não-adaptado. Apenas o Jesus revisado que se encaixa em nossa religião, plataforma política ou estilo de vida." (John Piper)
Após a leitura atenta deste livro, eu não poderia deixar de descrever a forma maravilhosa como ele serviu para o meu crescimento espiritual. Nenhum de nós, considerados cristãos, deve considerar suficiente o nosso conhecimento sobre a pessoa de Cristo, sobre o seu caráter, e sobre o significado de sua vida aqui na terra. E justamente por pensar assim, John Piper dedicou tempo à escrita deste livro. Baseado em passagens bíblicas, ele descreve a essência de Cristo de forma que cada leitor consiga experimentar a glória divina. E a cada fim de capítulo, podemos nos deleitar na leitura de suas sinceras orações que mais parecem um resumo poético daquilo que acabamos de ler. Foram momentos de grande deleite e crescimento e, por isso, eu compartilho esta dica.
"A melhor notícia do mundo é que não há necessidade de existir conflito entre nossa felicidade e a santidade de Deus. Quando estamos satisfeitos com tudo o que Deus é para nós, em Jesus, nós o engrandecemos como o maior de todos os tesouros." John Piper
"Tu me farás conhecer a vereda da vida,
a alegria plena da tua presença,
eterno prazer à tua direita."
Salmo 16.11
(Bruna Meneses)
"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por Ele salvos da ira." Romanos 5: 8 e 9

Louvai ao SENHOR.
Louvai, servos do SENHOR, louvai o nome do SENHOR.
Seja bendito o nome do SENHOR, desde agora para sempre.
Desde o nascimento do sol até ao ocaso, seja louvado o nome do SENHOR.
Exaltado está o SENHOR acima de todas as nações, e a sua glória sobre os céus.
Quem é como o SENHOR nosso Deus, que habita nas alturas?
O qual se inclina, para ver o que está nos céus e na terra!
Levanta o pobre do pó, e do monturo levanta o necessitado,
Para o fazer assentar com os príncipes, mesmo com os príncipes do seu povo.
Faz com que a mulher estéril habite em casa, e seja alegre mãe de filhos. Louvai ao SENHOR.
(Salmos 113)
No Seu Lugar de Honra
“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Filipenses 2:5-11)
Deus me deu essa palavra há um tempo quando pedi em oração algo para falar no culto de sexta-feira em uma empresa. Foi algo tão maravilhoso que o Senhor ministrou na minha vida com esse texto que meu coração saltava glorificando ainda mais a vinda de Jesus e tudo que Ele fez.
Primeiro, quero dar uma breve introdução com uma adaptação de um texto do livro ‘Ele escolheu os cravos’ de Max Lucado. Quando Deus criou todas as coisas, Ele ficou feliz e satisfeito com sua criação. “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom.” (Gn 1:31 primeira parte) Mesmo o homem trazendo o pecado sobre a terra, Deus não desfez a beleza de tudo aquilo que tinha feito, mesmo a natureza sendo também abalado pela transgressão que estrou no mundo. Ele quis que víssemos as cores, sentíssemos os sabores, experimentássemos e testemunhássemos as suas grandiosas obras. Sua bondade sempre penetra fundo à minha alma!
Eu consigo fazer uma pergunta no meio dessa esplanação: será que o céu não é ainda mais majestoso que a terra?
“E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo. E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente. E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. ” (Apocalipse 21: 16-23)
Conseguiu imaginar um lugar assim? Cheio de pedras preciosas, de brilhos, de pérolas! A parte que eu quero destacar é que João não viu templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro!
Jesus, certo tempo, abriu mão de toda essa infinita glória para se tornar homem, como nós, e passar por toda espécie de humilhação por amor a mim e a você. Será que Ele fez isso por que precisa de nós? Não, irmãos, a Trindade é suficiente em si e eternamente. Jesus deixou o céu, a adoração dos anjos, a presença de Deus para entrar no calendário humano para morrer naquela cruz e poder nos dar a oportunidade de sermos salvos e um dia poder desfrutar com Ele do seu lar no céu.
Imaginemos o Deus que se tornou carne, sentindo fome, frio, e necessidades, padecer em nosso lugar e ainda asssim, existir muitos que fazem desse ato uma religião sem vida e intimidade com Ele.
“Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance, é tão elevado que não o posso atingir.” (Sl 139:6) Nós nunca saberemos o tamanho e a profundidade do que Jesus fez por nós. Mas, “Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Filipenses 2)
Nós não servimos a um deus morto, nós servimos o Deus que morreu e RESSUSCITOU dentre os mortos no terceiro dia! Aleluia! Glória a Deus! E hoje podemos entrar nos Santos dos Santos através do Seu sangue e poder ter livre acesso a Deus! O véu foi rasgado!
Nao façamos dEle uma religião com orações feitas, mas o façamos vivos em nossas vidas e que, nas nossas mentes Ele saia daquela cruz ensanguentada e receba seu lugar de glória, honra e louvor em que verdadeiramente está!
Amém!
(Ivana Almeida)
E que Deus seja Glorificado!
Não pude me conter e deixar de escrever sobre um homem amavelmente usado por Deus para edificar e reanimar muitas vidas. Convidado a nos trazer seu testemunho, o Pr. Nilson, pastor de uma Igreja Fundamentalista em Fortaleza, trouxe-nos uma pregação baseada em sua reação diante de uma doença incurável que atualmente o acomete e já o fez perder uma perna.
Inicialmente, o pr. Nilson leu juntamente conosco a passagem bíblica de 2 Coríntios 4:8,9
"Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados;
perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;"
No decorrer do testemunho e ao ouvir sobre idas e vindas a médicos, situações de extremo risco em cirurgias complicadas, o amputar de uma perna e finalmente a desilusão total de uma melhora ou cura, além das constantes dores, nossas mentes enchiam-se de inquietação ao nos perguntarmos como que diante de tudo isso, ele ainda ainda sorria de maneira doce e sincera. Como ele podia falar de maneira tão tranquila como se a situação estivesse sob controle? Como ele não se sentia angustiado, desesperado, desamparado ou destruído? O que acontecia naquele púlpito? E sem muita demora, fomos respondidos.
Ainda baseado no livro de Coríntios, o Pr. Nilson nos mostrou o que é ter fé, ele nos fez sentirmos o agir de Deus e nos comprovou que um cristão pode sentir-se atribulado, perplexo, perseguido e abatido, mas nunca angustiado, desesperado, desamparado ou destruído.
"Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória;
não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas."
2 Coríntios 4:16-18
Dessa forma, ao sentir-se fragilizado, o Pr. Nilson envolvia-se a intensos momentos de oração e adoração e, pela palavra de Deus, seu espírito era renovado a cada dia. O dia podia ter sido cheio, cansativo e o dormir até poderia ser triste, mas no outro dia estava o seu espírito renovado e o Pr. Nilson sentia-se preparado para mais um dia de batalha, pois vivia um novo dia oferecido por Deus.
A situação que vivenciava proporcionava ao pastor Nilson o aumento de sua fé, acompanhado por um conhecer mais profundo de Deus, uma maior força e um presente demasiadamente importante para o querer de uma crente: um relacionamento maduro e estreitamente íntimo com o Pai. Nisso, o peso de uma glória eterna provocava a leveza da tribulação e a situação se tornava leve.
E foi diante dessa situação que o pr. Nilson pôde atentar-se mais profundamente ao que Deus nos dará na eternidade e o que para um crente é mais importante: as coisas eternas. "Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. (1 Co 2:9)". Porque o cristão não está só, não vive apenas o que se vê agora e renova-se constantemente de esperança.
Ao finalizar, sobre um semblante terno, o Pr. Nilson agradeceu por cada oração que estava sendo feita para o seu problema. Segundo ele, pessoas em todos os lugares estão orando e isso é o mais importante, que Deus seja glorificado!
Érica Meneses
Érica Meneses
You Are For Me - Kari Jobe
Nascida no Estado do Texas (EUA), essa jovem - kari Jobe - já sabia qual era o seu chamado desde os dez anos de idade. Nascida em um lar cristão ao som de canções de louvor e adoração, seria inevitável que Kari não escolhesse o caminho da ministração e começou a cantar na igreja quando tinha apenas três anos.
Uma doce Presença
A terra abalava-se, e os céus destilavam perante a face de Deus; até o próprio Sinai foi comovido na presença de Deus, do Deus de Israel.

Durante séculos homens e mulheres tementes, mesmo com sua carga de pecados, procuraram incessantemente por algo. Não era riqueza, poder, fama, ou qualquer bem material, mas sim a presença irresistível de Deus.
Pessoas de tempos, lugares e povos diferentes, puderam ver que existia um Senhor Perfeito que se revelava pela beleza das árvores, pelo som dos pássaros, pela cor avermelhada do pôr do sol; pelo poder de um trovão; e pela maneira formidável como todas as coisas foram perfeitamente postas em seu lugar devido. Se não houvesse nenhum outro meio de se revelar aos homens, a prórpria natureza já seria suficiente para glorificá-lo.
Dentro do coração dessas pessoas ardia um desejo por conhecer e ter intimidade com o Criador. E uma doce voz soa dizendo: E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. Jeremias 29:13
Como eu posso escrever ou mesmo descrever a presença insondável de Deus? Hoje me propus falar sobre isso e quando li Salmos 68:8 isso me encheu de grande temor. Imaginemos que a própria terra encontra-se abalada, e os céus destilam perante a face de Deus; em outra versão diz que a terra tremeu e o céu derramou chuva perante o Deus. Que presença magnífica! A própria criação adora a presença do Deus Todo-Poderoso!
Disse ainda Moisés: “Se a tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar” Exôdo 33:14 . Moisés teve a experiência de conhecer a presença de Deus e ele não queria se desfazer dela nem por um momento.
Existe uma presença doce e profunda que vem do Senhor para as nossas vidas, e Ele quer que busquemos mais, sem reservas, sem receio ou medo. Quer que ajamos como melhores amigos que conhecem suas intimidades e sabem dos seus segredos. Irmãos, existem segredos que o nosso Amigo quer revelar para nós! Isso não é maravilhoso?
Há uma fonte que não cessa, águas que purificam, que limpam, que inundam de amor e paz. Fontes que jorram águas de sabedoria e conhecimento, e melhor, é nessa presença que temos nosso caráter tratado e nos parecemos mais com Jesus. E esse lugar se torna nosso esconderijo, nossa fortaleza, nosso refúgio!
E quer saber o melhor de tudo? Quanto mais conhecemos a presença de Deus, mais Ele vai se revelar e mais dEle nós vamos ter, como um processo contínuo, sem fim!
Invista tempo na leitura da Palavra, e nas suas orações peça para conhecer mais de Deus e para ser tomado pela Sua presença. Passe um tempo em silêncio durante a oração, isso tem me ajudado a escutar a voz do Espírito Santo.
Amém!
(Ivana Almeida)
Meu refúgio
Incrível como Deus age de forma perfeita em nossas vidas! Estes últimos dias não têm sido dos melhores, talvez eu pudesse classificá-los como os piores dias deste ano, mas é incrível a ação de Deus.
Justamente na semana passada comecei minha leitura bíblica no livro de Salmos, e parece que a cada devocional eu tenho meditado profundamente em pelo menos um versículo. São consolos diários, assim como afirmou Spurgeon sabiamente em um artigo: Abençoado seja o fato de que quando nossas aflições crescem, cresce também o nosso consolo.
O fato de poder estar me deleitando na leitura deste livro, tem me confortado bem mais, e tem me feito render a Deus cada ânsia do meu coração, confiante de que Ele acolhe a minha oração e cuida da minha vida.
Gostaria de compartilhar os dois versículos do dia:
"Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração. Bendito seja Deus, que não rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça." Salmo 66: 19 e 20
Por mais que eu não obtenha respostas imediatas, só o fato de saber que Deus não tem rejeitado a minha oração, já tem sido suficientemente confortante. A minha paz advém desta certeza! Obrigada, Senhor, pela tua fidelidade!
Bruna Meneses
Paul Washer – Um Evangelho Escandaloso

Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16
Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.
NÃO É TUDO RELATIVO
Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.
NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS
Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declarando que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.
Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque desperta o homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”
O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.
O HOMEM NÃO É A MEDIDA
Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.
As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”
O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas. As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.
Por Paul Washer
voltemosaoevangelho.com
O amor incondicional de Cristo!
Esse é o amor que nao merecemos, mas que pela graça de Cristo veio ao nosso resgate com preço alto de sangue!
Obrigada, Senhor!

Olá Pessoal!
A Bíblia nos conta a história de um homem chamado Jefté (Juízes 11). Descrito como valente e valoroso, ele era filho de Gileade com uma prostituta. A mulher de Gileade havia lhe dado filhos, os quais repeliram a Jefté alegando que ele não era digno de receber sua herança, justamente por ser filho de outra mulher, uma prostituta.
Então Jefté resolveu fugir para a terra de Tobe, no entanto quando os amonitas declararam guerra contra Israel, os seus irmãos o procuraram e pediram sua ajuda. Mesmo com a promessa de que, mediante a vitória, seria o líder do povo, Jefté estava relutante em ajudar os que um dia o expulsaram de casa. Antes de aceitar a tarefa orou ao Senhor (v. 11). Jefté teve coragem e sabedoria e com a ajuda de Deus ele obteve vitória sobre os amonitas (v. 32). Muitas coisas aconteceram na vida de Jefté, todavia eu quero me basear somente neste episódio.
A história de Jefté pode se encaixar perfeitamente em nossas vidas. Quando lembraram um detalhe do seu passado, os irmãos de Jefté se acharam no direito de expulsá-lo e assim ele fugiu, deixando para trás sua herança. Entretanto, na hora da necessidade, seus irmãos tiveram que reconhecer o potencial e a unção que estava sobre Jefté. Eles o solicitaram para pelejar e com isso, tiveram que honrar-lhe.
Em determinados momentos de nossa vida, algumas marcas do passado, alguns problemas ou circunstâncias tentam nos barrar e ofuscam a valor que está em nós. São acusações, decepções, medos e até mesmo pessoas que nos fazem achar que não temos direito de receber as bênçãos de Deus e que não vamos conquistar os nossos sonhos. Às vezes ouvimos palavras de desmotivação até das pessoas que amamos e como Jefté, resolvemos fugir.
Quem sabe você fugiu por causa dos seus acusadores, dos seus medos, por causa das circunstâncias. Uma palavra que te feriu e você esqueceu o seu valor, perdeu a coragem, a fé e a esperança. Não importa qual seja o seu passado, não importa o que te disseram, a Bíblia diz que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado, nós fomos comprados e justificados pelo sacrifício de Cristo. Você precisa reconhecer isso, você precisa enxergar o poder de Deus que habita ou quer habitar em você por meio da pessoa do Espírito Santo.
Deixar o Espírito de Deus agir em sua vida, confiar plenamente nas promessas de Deus e lutar contra o medo, a insegurança, a preguiça e o desânimo são atitudes que nos levam ao lugar que Deus tem para nós. Você vai fazer a diferença, aqueles que te humilharam vão reconhecer que você tem um Deus e vão querer conhecê-lo também. Assim como os irmãos de Jefté reconheceram que precisavam dele para vencer a batalha e o solicitaram com honra, você também será solicitado no seu trabalho, na sua escola, na sua família, na sua igreja...
Não é hora de lamentar o passado, é hora de lembrar que somos templo do Espírito Santo, é hora de viver em santidade e de ter a consciência de que nós somos responsáveis por viver os sonhos e propósitos do Senhor. Se prepare, pois a partir de hoje, as pessoas vão reconhecer que você é um filho de Deus e mais do que vencedor!
“...mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3. 13b e14)
*Post baseado na mensagem pregada pelo Pr. Márcio Oliveira.
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