Ele é onipotente!

0 comentários



"Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado."  (Jó 42:2)


Deus pode fazer qualquer coisa e faz o que deve ser feito. Contudo, Ele não pode mentir (Tito 1:2); Ele não pode ser tentado e não pode tentar qualquer um para o mal (Tiago 1:13). Ele não pode ter comunhão com o pecado (Habacuque 1:13). Essas coisas não são fraquezas nem inadequações, mas sim as perfeições do seu poder.
  Deus é a fonte de seu próprio poder. Quem mais pode criar qualquer coisa simplesmente com palavras (Salmos 33:9)? Desde as maravilhas que só podem ser vistas com poderes microscópios até aquelas que só são vislumbradas por imensos telescópios, o poder de Deus está à mostra a todos (Salmos 19:1 - 4).
  Deus usa seu poder para que seus filhos possa vencer a morte; para oferecer salvação; para completar sua transformação; para esquipá-los ao serviço; para proteger, prover e preservá-los; e para garantir-lhes sua herança (Romanos 8:31).
  Se Deus não fosse Todo-poderoso, sua misericórdia seria apenas piedade ineficaz; sua justiça seria uma ameaça vazia; seu conhecimento seria um conjunto de informações inúteis; e seu amor, pura frustração. O poder supremo já foi cobiçado por anjos e seres humanos, mas o trono está ocupado (Apocalipse 4: 2 - 3), e o Rei não corre risco algum de ser deposto (Salmos 93:2 - 4). Deus reina sem rivais (Salmos 86:8 - 10).
Mais informações »

A Exuberante Onipotência de Deus

0 comentários
            


Reafirmando o legítimo lugar de Deus em todos os aspectos da vida.

 Qual o lugar de Deus em sua vida quando você lê o jornal, conversa ao telefone, assiste à TV, lê uma revista, vai ao teatro ou a uma aula na faculdade? Deus é a realidade mais importante do universo. Mas Ele é quase completamente ignorado. E, se Deus não é ignorado, Ele é, provavelmente, menosprezado e não reverenciado. Apesar disso, Deus é o fator mais vital em todos os assuntos que dizem respeito à qualquer nação. Sem Deus, não haveria qualquer nação. No entanto, Ele é ignorado pelos líderes de nossa cultura, em quase tudo o que eles fazem. O menosprezo para com Deus é o pior dos males no Ocidente hoje. Isto é como se uma formiga em seu formigueiro  desacreditasse da terra.
  Se a igreja deve reafirmar o legítimo lugar de Deus na alma do homem e  no centro de toda a vida, precisamos ter uma visão mais nítida do que Ele faz e  de quem Ele é. Uma das razões por que damos um testemunho mínimo sobre a realidade de Deus é que o nosso entendimento da realidade dEle também é mínimo. Em nome do impacto imediato e relevante, diminuímos a própria grandeza que Lhe traria glória. Sem isto, não reafirmaremos, com ousadia e amabilidade, o legítimo lugar de Deus em todos os aspectos da vida.
  Carecemos de uma portentosa visão do grande Deus, que está plenamente comprometido em demonstrar, com prazer, sua grandeza por fazer-nos o bem. Ou seja, precisamos ver a majestade de Deus e conhecer o seu esplendor jorrando sobre nós, com exuberante onipotência. Não basta crermos que Deus é infinito, poderoso e terrível — e isso é realmente verdadeiro. Temos de experimentar esta magnificência como a demonstração do zelo irresistível de Deus em deleitar suas criaturas, por revelar a Si mesmo a elas.
  Precisamos ter a mesma visão que Jonathan Edwards tinha aos vinte anos de idade, quando pregou um sermão intitulado “Nada do que há na Terra pode representar as glórias do céu”. Edwards se deleitou tanto no Deus deste sermão, que pregou esta mensagem em, pelo menos, seis cidades fora de sua comunidade, em Bolton. A doutrina do sermão continha palavras como estas: “Os santos estão destinados a uma felicidade inconcebível e indizível”. Edwards discerniu isso com base no propósito de Deus em glorificar a Si mesmo na criação do mundo e com base na convicção de “que esta glória de Deus [consiste] no ato de a criatura admirar, regozijar-se e exultar na manifestação da beleza e da excelência divina. Pois Deus não recebe glória daqueles que contemplam a sua glória e não se deleitam nela. A essência do glorificar a Deus consiste em que a criatura se regozije na manifestação da beleza de Deus, que é o gozo e a felicidade sobre os quais falamos” (The Works of Jona-than Edwards, v. 14, Kenneth Minkema [Ed.] — New Haven, Yale University Press, 1997, p. 144). Em outras palavras, a certeza e a grandeza da felicidade do povo de Deus é tão certa quanto o zelo dEle por sua própria glória.

  A exuberante onipotência de Deus em fazer-nos o bem é uma das descobertas mais vivificantes que o ser humano pode fazer. Oh! Que creiamos nisso, e o experimentemos, e recordemos sempre até que se torne parte de nossa natureza o sentir a verdade de que “os santos estão destinados a uma felicidade inconcebível e indizível”! A confiança permanente nesta verdade transformaria nossas atitudes e nos manteria firmes em meio a intensa adversidade.


(Texto adaptado de Devocionais por John Piper - Provai e vede)


Mais informações »

Atributos divinos (Salmo 139)

0 comentários


"Para onde me ausentarei do teu espírito? Para onde fugirei da tua face?" (Salmo 139:7)
Mais informações »

Ele é onipresente!

0 comentários

  A viva presença de Deus tanto em lugares quanto em relacionamentos é um dos postulados que permeiam toda a Bíblia. Não existe nenhum lugar sem Deus, nenhum lugar além dele (2 Crônicas 6:18); ele está em todos os lugares ao mesmo tempo (Efésios 4:3). Contudo, Deus não é limitado por lugares nem por pessoas e não dependente deles.
  A presença universal de Deus abrange todo o espaço - estende-se a todos os pontos geográficos, à criação e a todas as situações humanas. Esse conceito não sugere, em nenhum momento, que ele esteja imerso em sua criação, como advoga o panteísmo. Deus é diferente de sua criação, porque ele, como o Criador, deu existência a tudo (Gn 1:31). Sua presença relacional é sentida apenas pelos crentes. Ele habita em seus filhos (1 Co 6:19-20). Ao "fixar residência", ele firma propriedade, provisão, amor, trabalho, orientação, ensino e amizade pessoal (Sl 139).
  Jesus revela como é a presença de Deus. Em um universo criado com tanta energia e prodígios, a paixão de Deus era e é ter um relacionamento com todos os homens e mulheres. Deus não fica entrando e saindo de nossas vidas; pelo contrário, nós vivemos, nos movemos e existimos nele. (Filipenses 1:6).


"Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o Senhor, e não também de longe? Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? - diz o Senhor; porventura, não encho eu os céus e a terra? - diz o Senhor." (Jeremias 23:23 - 24)


Texto extraído dos Materiais de estudos da Bíblia da Mulher.
Mais informações »

A Santidade de Deus

1 comentários
"Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória" (Isaías 6:3). Com estas palavras, os serafins louvaram a Deus por sua perfeita santidade. 800 anos depois, João viu, numa visão semelhante, os quatro seres viventes proclamando: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso" (Apocalipse 4:8) (...) De Gênesis ao Apocalipse, as Escrituras enfatizam a santidade de Deus. É um aspecto de sua natureza que nós devemos estudar muito e freqüentemente.
O significado da palavra "santo"
Santo quer dizer "separado". Deus é separado de nós em dois sentidos. Primeiro, ele é o Criador e nós somos suas criaturas. (...) Deus é separado de nós porque ele nos criou do nada. O segundo sentido em que Deus é santo trata de sua relação com o pecado. Ele é puro e certo, acima de todo pecado e toda maldade. Por esse motivo, ele é separado dos homens pecadores. "Então, Josué disse ao povo: Não podereis servir ao SENHOR, porquanto é Deus santo, Deus zeloso, que não perdoará a vossa transgressão nem os vossos pecados. Se deixardes o SENHOR e servirdes a deuses estranhos, então, se voltará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos ter feito bem" (Josué 24:19-20). Deus é separado de nós porque ele nos criou com livre arbítrio, e nós decidimos pecar. Deus nos convida a ser santos, livres do pecado, pela graça e pelo amor dele (1 Pedro 1:15-16).
A santidade é uma qualidade central de Deus. Ele não apenas decide o que é certo; ele mesmo é certo! Por exemplo, é impossível que Deus minta   (Hebreus 6:18). Eliú entendeu esse fato quando disse: "...longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça" (Jó 34:10).
O homem aprende discernir entre o bem e o mal através da revelação de Deus (Isaías 1:16-17; 2:3). Nas Escrituras, o Espírito Santo tem revelado para nós as coisas de Deus para que possamos desenvolver a mente de Cristo (1 Coríntios 2:10-16). É importantíssimo entender que a desobediência a qualquer mandamento que Deus tem nos dado é ofensa contra a própria pessoa dele.
Nós fomos criados à imagem do Santo Deus, e desafiados a imitar o caráter dele. Tanto no Velho Testamento (veja Levítico 11:45) como nos dias de hoje, a santidade é o alvo de todos os servos de Deus. Paulo nos encoraja: "Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus" (2 Coríntios 7:1).
(Dennis Allan)

Mais informações »

Meus salvadores

2 comentários


"[Jesus] é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus." (Hebreus 7:25a)

  No púlpito de uma igreja evangélica, no interior de Pernambuco, lê-se a seguinte inscrição: "Aqui dormem os restos mortais de Né Vilela", um cristão que viveu ali no século XIX, em meio às terríveis perseguições aos que seguiam Jesus Cristo. Ele acompanhava o generoso médico George Butler, missionário e pregador do Evangelho. Sua história está registrada no livro A Bíblia e o bisturi, de Edijéce M. Ferreira, pregador e professor.
  Desafiando os opositores ao evangelho, Butler pregava numa noite ao ar livre. Né Vilela avistou um pistoleiro apontando sua arma para o pregador, que anunciava Cristo como Salvador aos pecadores presentes. Percebendo a morte do amigo, Né Vilela saltou e posicionou-se à frente do pregador, sendo morto sem seu lugar. O médico ainda tentou reanimá-lo, mas sem sucesso. Então, voltou-se para as pessoas que tinham acompanhado tudo e afirmou: "Agora dois morreram por mim - Jesus Cristo, o meu salvador, e Né Vilela, meu defensor. Aquele que quiser seguir a Cristo, perde sua vida terrena para ganhá-la no céu."
  (...) Muitos outros cristãos morreram  como mártires - como Né Vilela, que preferiu entregar sua vida para que o evangelho continuasse a ser pregado no Nordeste brasileiro por aquele médico. Mas, mesmo que alguém dê sua vida por nós, isso não resolve nosso problema de relacionamento com Deus. Para isso, a morte de Cristo foi suficiente e definitiva. Nenhum ser humano necessita de "dois salvadores", mas de um único salvador - Jesus, que transforma totalmente a vida de qualquer pessoa e a prepara para ser feliz agora e sempre. - EA

(Texto adaptado do livro Pão Diário, leituras devocionais diárias n° 14)
Mais informações »
 

Copyright © 2010 • "O essencial é invisível aos olhos." • Design by Dzignine